sábado, 15 de março de 2008

Tendrar


Tendrar.
Primeira edição
Escrito por Mil House (Guilherme de Oliveira)
Revisado por Tomadachi-chan (Anna Lucena Bezerra)


Prólogo-·
Esperava sentado no banco da praça vazia. O garoto de sete anos olhava para o horizonte calmamente, e parecia procurar algo entre as diversas árvores. Nada se movia em um dia de céu azul e vento agradável. Seus cabelos estavam bagunçados como se tivesse saído apressadamente de casa, sua pele era um pouco escura devido ao sol. Fazia 37 graus Celsius, e apesar disso usava roupas de frio. Tinha a aparência de ser bastante forte. O relógio verde chamava menos atenção do que seu anel negro com uma pedra azul.
-14 horas, você sempre chega no horário-disse olhando rapidamente para o relógio.
-Normalmente as pessoas se assustam quando eu apareço assim-surge um outro garoto aparentemente mais velho. Era muito branco, usava shorts azuis, uma camisa branca e um chapéu estilo indiana Jones. Tinha uma pequena cicatriz horizontal abaixo de seu olho esquerdo
-Por que me chamou?
-Achei que seria interessante você saber uma parte sobre nossa história, e vivenciá-la um pouco-respondeu colocando luvas em sua mão esquerda de modo que tampavam seu estranho relógio.
-Há muito tempo atrás havia um homem chamado Tendrar.- começou a contar a história, enquanto o garoto de chapéu se arrumava no banco-Ele percorria países resolvendo vários problemas.
-Então era só um político de bom coração?
-Ele não tinha interesses, utilizava poderes para o bem das outras pessoas.
-Por que o interesse nele?
-Ele deixou um livro que guardava os seus maiores poderes, seu irmão roubou o livro do túmulo e começou a governar o mundo.
-Orgath é tão poderoso assim?
-Orgath não é o imperador desde aquela época.Ele fazia parte de um grupo para destruir o livro.
-Mas o livro ainda existe, e Orgath governa o mundo...
- A alma de Orgath acabou sendo corrompida, e hoje veremos a conclusão desse processo. 14:14, hora do sol se pôr.
- Como?-olhou para o céu que antes estava mais claro que seu short azul.Escurecera, não era possível ver o sol, mas dava para sentir o calor.-Não é possível.
-Tudo é possível-levantou e tocou o chapéu de seu amigo.
-O que faremos agora?
- Agora, eu vou para a escola. Amanhã me encontre aqui no mesmo horário.
- Sim.
Os dois garotos sumiram na escuridão da tarde.

Um comentário:

. disse...

nhaaa
seu livroo tá ficando divertido o/
e esse cara tá sem camisa sim
aiuhaiuahiauha
xD

bjo do pontinhoo
;*